Assembleia discute ações para o magistério

Todos os servidores públicos do magistério estão convocados para uma assembleia na próxima quinta-feira (03/02), na sede do Sinsej, às 19 horas. O motivo é decidir se os trabalhadores acatarão o calendário proposto pela Prefeitura ou exigirão aplicação da proposta elaborada pelos professores em conjunto com o sindicato. Por enquanto, a orientação é cumprir o cronograma e retornar as atividades no dia 2 de fevereiro. Até o momento a Secretaria de Educação não deu resposta ao ofício do sindicato que propunha outro calendário. Em dezembro do ano passado, os servidores fizeram uma manifestação em frente à sede da secretaria mostrando sua insatisfação com o calendário da Prefeitura.

Os professores cobram o fim do trabalho aos sábados, o fim dos plantões nos Centros de Educação Infantil (CEI) e a garantia dos 15 dias de recesso em julho. No calendário elaborado pelos professores, o período de trabalho é mais curto e com os 200 dias letivos garantidos. Para os servidores, as reuniões pedagógicas e de conselho de classe também podem ser consideradas dias letivos. Na proposta da Prefeitura, além da extensão dos dias trabalhados para além dos dias letivos a educação está dividida com dois calendários distintos, um para a educação infantil e outros para o ensino fundamental. Para o sindicato, os CEIs não podem ser interpretados como creches, por isso, não há motivo para diferenciação.

Diferente de anos anteriores, a Secretaria de Educação não fez uma consulta ao professores para saber quais as necessidades dos trabalhadores. O calendário foi apresentado pronto, sem margem para discussão.

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