Vigilância noturna em prédios públicos

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Joinville (Sinsej) vê com preocupação a notícia veiculada no jornal Notícias do Dia em 16 de agosto “Prédios públicos perdem vigilância humana à noite”. Essa medida da Prefeitura, justificada como contenção de gastos, coloca em risco o patrimônio público, já tão debilitado em nossa cidade. Há inúmeros locais, como escolas em lugares isolados, em que a presença de um vigilante é essencial e não pode ser substituída por câmeras.

A economia é algo a ser louvado, mas não se faz com a terceirização dos serviços – de acordo com a matéria, o município conta hoje com 416 vigilantes, 341 da empresa Khronos e apenas 75 funcionários de carreira. Repassar um serviço público à iniciativa privada significa garantir o salário dos trabalhadores mais o lucro da empresa, tornando-se, portanto, mais caro. Diante disso, o Sinsej defende a abertura de concurso público e a manutenção dos atuais postos de vigilâncias.

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