Servidores participaram da 13ª Plenária da CUT-SC

Dezesseis delegados do Sinsej participaram, de terça a quinta-feira da semana passada, da 13ª Plenária Estadual da CUT, em Florianópolis. Eles representaram a categoria na discussão da análise da conjuntura política e econômica regional, nacional e internacional, além da definição do plano de lutas que será adotado pela Central no próximo período.

Estiveram em pauta temas como a proposta do governo federal de desonerar a folha de pagamento para diminuir a contribuição patronal à Previdência Social. Essa medida está presente no Plano Brasil Maior, colocando em risco direitos históricos da classe trabalhadora, como o FGTS, férias de 30 dias com o adicional de 1/3 do salário, licença maternidade, seguridade social, entre outros.

Debateu-se ainda o fim do fator previdenciário; a reforma política; a ampliação do Piso Nacional do Magistério; a correta aplicação do Fundeb; o fortalecimento do ensino técnico e superior; a transferência de dinheiro público para a iniciativa privada em programas como o Pronatec; a valorização do serviço público; a defesa da reforma agrária; a luta contra privatizações, terceirizações e concessões a Organizações Sociais (OSs); a redução da jornada de trabalho; a implantação do Plano Nacional da Educação; o imposto sindical e financiamento das entidades; o papel e organização dos sindicatos cutistas; entre outros temas.

Os servidores de Joinville, unidos aos delegados do Sintrasem (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Florianópolis) e da regional de Joinville do Sinte, sob a tese da Corrente Sindical Esquerda Marxista, elegeram o presidente do Sinsej, Ulrich Beathalter, como delegado à 13ª Plenária Nacional da CUT.

Aprovada moção apelando a Carlito Merss que cumpra os acordos

Na quinta-feira (1º/9), a Plenária Estadual da CUT aprovou uma moção do Sinsej apelando ao prefeito Carlito Merss para que cumpra os acordos de greve com os servidores municipais de Joinville. O documento denuncia a retaliação de servidores que participaram da paralisação esse ano e o vencimento do primeiro prazo, que previa o fim da ditadura do atestado em 60 dias.

Leia a moção:

Moção em solidariedade ao Sindicato dos Gráficos de São Paulo

Outra moção apresentada pelos delegados do Sinsej e aprovada na Plenária foi em apoio ao Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (STIG). A categoria decidiu em assembleia, no dia 28 de agosto, filiar-se à CUT. Porém, no dia seguinte, a sede do sindicato foi invadida violentamente por funcionários da Força Sindical, antiga central da entidade.

A direção do STIG vem sofrendo ameaças desde que decidiu defender a filiação do sindicato à CUT.  Na tarde da última quinta-feira (25), uma bomba foi atirada contra a sede da entidade.

O Sinsej se solidariza com a categoria que tomou uma decisão acertada e consciente e repudia a atitude da Força Sindical.

Leia a moção:

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