Governo responde às reivindicações do São José

Respostas do governo foram repassadas aos trabalhadores I Foto: João Diego Leite
Respostas do governo foram repassadas aos trabalhadores I Foto: João Diego Leite

O Sinsej realizou assembleia ontem (10/11) com os servidores do São José para discutir as respostas apresentadas pelo governo às reivindicações dos trabalhadores do hospital. Foram debatidos três assuntos: frigobares, pagamento de insalubridade e fornecimento de uniformes. Ficou acordado que, se até 27 de novembro o governo não cumprir o prometido, será feita nova assembleia para deliberar por outra mobilização.

Frigobares: recentemente a Prefeitura retirou todos os frigobares – e alguns microondas – que havia em diversos setores do hospital. Os servidores pediam a reinstalação para que pudessem guardar água gelada e suas refeições pessoais. O governo concordou em colocar uma geladeira e um microondas, para uso dos funcionários, no refeitório. Também será reinstalado um frigobar no Pronto Socorro. Se esta última experiência der certo, será reavaliada a possibilidade de aplicá-la nos demais setores.

Se promessas não forem cumpridas, servidores voltarão a se mobilizar I Foto: João Diego Leite
Se promessas não forem cumpridas, servidores voltarão a se mobilizar I Foto: João Diego Leite

Insalubridade: a categoria reivindica que seja feito um novo laudo ambiental, específico para o pagamento de insalubridade de 40% para todos os servidores que atuam em setores que atendem pacientes com doenças infectocontagiosas e, de 20%, para quem trabalha no Arquivo Médico e Serviço de Arquivo Médico e Estatística (Same).

Uso de uniformes: a direção do São José exigia o uso de uniforme sem fornecê-los. Os trabalhadores pediam que o hospital fosse responsável por concedê-los e higienizá-los. Com a justificativa de que não pode arcar com custos de lavanderia e compra das roupas, o governo permitiu que os servidores trabalhem de calça jeans, camiseta branca e sapato fechado. A alternativa ameniza o problema dos servidores, mas não resolve a questão de higienização – que deveria ser feita pelo hospital para diminuir os riscos de infecções.

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