Assembleia da Classe Trabalhadora em 1º de maio

Assembleia da Classe Trabalhadora em 1º de maio

O Sinsej convida toda a categoria para participar da Assembleia Geral da Classe Trabalhadora e da Juventude, que acontecerá neste 1º de maio, às 15 horas, na Praça da Bandeira.

Vamos ocupar a praça em protesto contra o fechamento de postos de trabalho, retirada de direitos trabalhistas, desmonte da Previdência, privatizações, destruição do serviço público, entre outras questões. Também pelas reivindicações específicas de nossa categoria, melhores condições de vida e trabalho para os servidores de Joinville, Garuva e Itapoá.

O que acontece no mundo?

A crise financeira do capitalismo se aprofunda, mas as condições para lutar por um mundo melhor também se fazem presentes. Governos de todos os países tentam aplicar pacotes de austeridade, que afetam diretamente a maioria da população para salvar alguns poucos banqueiros e donos de grandes empresas. Em contrapartida, vemos jovens e trabalhadores combatendo esses ataques, lutando por uma saída construída pelos oprimidos e explorados por esse sistema.

O que acontece no Brasil?

Um novo período se iniciou após aprovação do impeachment de Dilma, no dia 17 de abril, pelo Câmara dos Deputados. O show de horrores promovido pelos deputados serviu para nos mostrar que as instituições existentes não servem à maioria da população. 

Em breve, o país será governado por alguém sem nenhum apoio popular, a partir de um processo de impeachment organizado por um parlamento onde a maioria dos deputados e senadores é ré.

Neste momento, mais de 50 projetos tramitam retirando direitos. Tudo o que ocorre tem o objetivo de acelerar o processo já em curso de aumento da exploração dos trabalhadores. Querem nos fazer pagar pela crise financeira.

Vamos à luta!

Independente de quem ocupar a presidência ou o Congresso no próximo período, precisamos encher as praças e ruas de todo o país defendendo nossos direitos. O controle do país pode passar para a mão da maioria de jovens e trabalhadores, mas, para isso, é preciso ocupar nosso espaço, lutar pelos nossos direitos. O dia 1º de maio será fundamental nesse sentido.

Este não é um dia de festa, mas de luto pelo sangue dos que vieram antes de nós e garantiram os direitos que temos hoje. É uma data de luta, para resistir aos ataques e ampliar nossas conquistas. Participe!

Texto editado em 27 de abril, às 20h37

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