Mais uma PPP na mão da mesma turma de sempre
A nota de repúdio divulgada pela AAPLAJ (Associação dos Artistas Plásticos de Joinville) aparece para expor, uma vez mais, a
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A nota de repúdio divulgada pela AAPLAJ (Associação dos Artistas Plásticos de Joinville) aparece para expor, uma vez mais, a
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A nota de repúdio divulgada pela AAPLAJ (Associação dos Artistas Plásticos de Joinville) aparece para expor, uma vez mais, a destruição perpetrada pelo governo municipal com a ajuda de comissionados espalhados pelo serviço público em comissões, secretarias e institutos. A AAPLAJ denunciou o desmembramento de área tombada do Complexo Cultural

A Câmara de Vereadores de Joinville aprovou o projeto que autoriza um convênio entre o Hospital Municipal São José (HMSJ) e o Hospital Bethesda para ampliar procedimentos de alta complexidade pelo SUS. O acordo prevê repasse anual de R$ 1.898.403,60 do hospital público ao hospital privado, para a realização mensal

Na última sexta-feira (11), o Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, ficou cerca de quatro horas sem energia elétrica justamente no prédio novo do Complexo Madre Teresa. Pacientes de UTI, gestantes em trabalho de parto e o Centro Obstétrico precisaram ser remanejados às pressas. Mais de dez ambulâncias
SAIU NO JORNAL DO SINSEJ

“Por que o sindicato não processa a Prefeitura?” Essa dúvida dos servidores é bastante razoável diante do flagrante desrespeito a direitos por parte de quem deveria, justamente, zelar pelo cumprimento das normas: o poder público. A questão é que decisão judicial, justiça social e celeridade nas decisões nem sempre caminham

A política externa dos Estados Unidos não se dissocia de sua realidade interna. Ambas são faces da mesma moeda, cunhada na violência de Estado e na manutenção de um sistema de pilhagem e desigualdade. Enquanto a ditadura Trump impulsiona a própria economia sob o manto da “liberdade” e “moral” para

Nas unidades de trabalho pelas quais esse informativo circula, representadas pelo Sinsej, uma quantidade cada vez maior de trabalhadores não é servidor público. Isso porque a política de destruição do serviço público já tem quase uma década (em 2017 foi aprovada a lei das terceirizações), sendo fortemente intensificada pelo governo