O que está por trás do colapso da rede de acolhimento infantojuvenil em Joinville?
O colapso da rede de acolhimento infantojuvenil em Joinville é resultado de uma escolha política feita há anos: abandonar a
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O colapso da rede de acolhimento infantojuvenil em Joinville é resultado de uma escolha política feita há anos: abandonar a
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O colapso da rede de acolhimento infantojuvenil em Joinville é resultado de uma escolha política feita há anos: abandonar a responsabilidade direta do poder público sobre um serviço essencial e transferir o acolhimento para a lógica da terceirização com a compra de vagas na iniciativa privada. Em 2019, a Prefeitura

No dia 17 de junho, os servidores estiveram reunidos em frente à Secretaria de Educação do município, em uma paralisação pela aplicação da Lei 15.326, por valorização salarial e condições de trabalho. Novamente o secretário da Educação, Diego Calegari, não recebeu o sindicato. Já são meses sem diálogo com o

Na noite de quarta-feira (11/6), o Sinsej e o Sintraej realizaram o Seminário Contra a Privatização dos Serviços Públicos. A atividade dá continuidade à campanha contra as privatizações, motivada especialmente pela tentativa de entrega da Companhia Águas de Joinville e pelo recente indicativo de estadualização do Hospital Municipal São José
OPINIÃO

“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães, à guarda municipal que, em uma ação truculenta e violenta, demoliu casas na véspera de feriado. A ação deixou famílias, crianças e idosos sem lar. Segundo a guarda municipal e

O governo Novo quer privatizar a companhia de água e esgoto de Joinville, a maior cidade de Santa Catarina. O prefeito Adriano Silva segue uma política nacional de entrega do setor de saneamento ao mercado privado, que nos últimos anos, tem repassado o controle do setor e dinheiro público na

Uma vez mais, a notícia vem da extrema direita de Joinville. Dessa vez, do vereador Mateus Batista (União), membro do MBL – Movimento Brasil Livre. O parlamentar, em suas redes sociais, afirmou que “se não barrarmos o fluxo migratório, Santa Catarina vai virar um grande favelão”, referindo-se especialmente ao Pará