Escala 7×7: A Educação de Joinville sufocada por planilhas
O Problema: Excesso de Burocracia A realidade do professor da rede municipal é de um sufocamento burocrático que atinge o
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O Problema: Excesso de Burocracia A realidade do professor da rede municipal é de um sufocamento burocrático que atinge o
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O Problema: Excesso de Burocracia A realidade do professor da rede municipal é de um sufocamento burocrático que atinge o ápice a cada fechamento de trimestre. Talvez em algum momento o professor usava sua hora atividade para preparar aula e corrigir prova, trabalhos, porém isso não existe mais na rede

O SINSEJ – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville, manifesta seu mais firme repúdio ao processo de estadualização do Hospital Municipal São José (HMSJ), em Joinville/SC, medida que representa grave ameaça à saúde pública, aos direitos dos trabalhadores e ao patrimônio construído historicamente pela população trabalhadora da região. Fundado

A violência contra professores deixou de ser um amontoado de casos isolados para se tornar regra no cotidiano da educação pública brasileira. O que se vê nas escolas municipais e estaduais é apenas a superfície de um processo mais profundo: a precarização do trabalho docente, o sucateamento do serviço público,
OPINIÃO

“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães, à guarda municipal que, em uma ação truculenta e violenta, demoliu casas na véspera de feriado. A ação deixou famílias, crianças e idosos sem lar. Segundo a guarda municipal e

O governo Novo quer privatizar a companhia de água e esgoto de Joinville, a maior cidade de Santa Catarina. O prefeito Adriano Silva segue uma política nacional de entrega do setor de saneamento ao mercado privado, que nos últimos anos, tem repassado o controle do setor e dinheiro público na

Uma vez mais, a notícia vem da extrema direita de Joinville. Dessa vez, do vereador Mateus Batista (União), membro do MBL – Movimento Brasil Livre. O parlamentar, em suas redes sociais, afirmou que “se não barrarmos o fluxo migratório, Santa Catarina vai virar um grande favelão”, referindo-se especialmente ao Pará