“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?”
“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães,
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“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães,
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“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães, à guarda municipal que, em uma ação truculenta e violenta, demoliu casas na véspera de feriado. A ação deixou famílias, crianças e idosos sem lar. Segundo a guarda municipal e

O Sinsej, durante visitas aos locais de trabalho para dialogar sobre as próximas ações em defesa da categoria, deparou-se novamente com uma demanda recorrente: a ausência de condições adequadas de trabalho. Na subprefeitura do Paranaguamirim, diretores do sindicato ouviram relatos e constataram a insuficiência e inadequação de equipamentos de proteção

Há pouco menos de um ano, a chapa Reorganiza Sinsej, composta por militantes e simpatizantes da Organização Comunista Internacionalista (OCI), foi eleita para dirigir um dos maiores sindicatos de Joinville, em Santa Catarina. Representando mais de 14 mil servidores municipais das mais diversas áreas (saúde, educação, assistência social, cultura…), a
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“Por que vocês não vão lá demolir a Tupy?” Assim se dirigiu um morador da ocupação Juquiá, no Ulysses Guimarães, à guarda municipal que, em uma ação truculenta e violenta, demoliu casas na véspera de feriado. A ação deixou famílias, crianças e idosos sem lar. Segundo a guarda municipal e

O governo Novo quer privatizar a companhia de água e esgoto de Joinville, a maior cidade de Santa Catarina. O prefeito Adriano Silva segue uma política nacional de entrega do setor de saneamento ao mercado privado, que nos últimos anos, tem repassado o controle do setor e dinheiro público na

Uma vez mais, a notícia vem da extrema direita de Joinville. Dessa vez, do vereador Mateus Batista (União), membro do MBL – Movimento Brasil Livre. O parlamentar, em suas redes sociais, afirmou que “se não barrarmos o fluxo migratório, Santa Catarina vai virar um grande favelão”, referindo-se especialmente ao Pará