Saiba como agir se for convocado para substituir um grevista

Servidores de outras unidades da Prefeitura estão sendo obrigados a apresentarem-se para trabalhar nos pronto atendimentos (PAs) de Joinville. Com isso, o prefeito busca minimizar os impactos da atual greve, que reivindica melhores condições de atendimento para a população. Enquanto isso, uma reunião com o sindicato foi agendada apenas para sexta-feira de manhã.

Denúncia em rede social do Sinsej
Denúncia em rede social do Sinsej

A Prefeitura tem a reivindicação dos trabalhadores paralisados em mãos há um mês e se nega a abrir negociações. Esta é a prática desta gestão: cortar direitos, empurrar os servidores à greve e tentar puni-los ainda mais por isso.

As convocações estão focando-se em quem tem menos tempo de serviço e está em estágio probatório. Assim, fica mais fácil ameaçar exoneração para quem questionar. Estas ordens estão vindo de maneira totalmente informal, por whatsapp e sem direito de opinião do servidor convocado.

Denúncia de servidor no site do Sinsej
Denúncia de servidor no site do Sinsej

O sindicato orienta os trabalhadores que estão nesta situação a organizarem-se nas equipes para resistir e pedirem a convocação por escrito – com dias, jornada a ser praticada, local, função a ser desenvolvida e penalidades. A união da categoria é a única forma de impedir a retirada de direitos de todos e de conquistar melhorias no serviço público.

Se a chefia não recuar, os trabalhadores convocados podem e devem aderir à greve. Para mais informações, os diretores do Sinsej estão disponíveis pelo telefone (47) 3433 6966 ou pelos celulares, disponíveis aqui.

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