Promessas para o atendimento aos tuberculosos

Depois da paralisação de sexta passada, ocorreu uma reunião nesta quinta-feira (6/2) entre o Sinsej e a direção do Programa de Controle de Tuberculose. O encontro avaliou os itens acordados depois da mobilização. O Sinsej cobrou um cronograma rápido para a solução do problema de atendimento aos doentes.

A manifestação de sexta foi motivada pelo risco de contágio dos pacientes, detectado pela Vigilância Sanitária. O órgão emitiu um auto de interdição do prédio em novembro, mas que vinha sendo ignorado. Por isso, os funcionários decidiram cruzar os braços.

Compromissos da Prefeitura

Após a mobilização, a Prefeitura de Joinville estabeleceu alguns compromissos com os servidores. Hoje, a administração confirmou as medidas, mas pediu mais tempo. Segundo a Secretaria de Saúde, serão necessários 90 dias para contratar novos profissionais. Serão um enfermeiro, um médico, dois técnicos de enfermagem e dois agentes administrativos.

Além disso, uma reunião interna está agendada para esta sexta-feira. Na oportunidade, a chefia e os trabalhadores devem definir um novo procedimento para receber pacientes. Porém, a administração não formalizou os compromissos em um documento, como solicitou o sindicato.

Auto de infração

Com a manifestação de sexta, a orientação da Vigilância foi modificada. Segundo a nova redação, fica proibido receber em grupo pacientes com o vírus. A forma anterior proibia qualquer tipo de atendimento. Fica mantida a exigência de alvará sanitário e de um projeto de adequação.

O fiscal responsável deu prazo de 15 dias para a Unidade Sanitária regularizar sua situação.  Caso a Prefeitura não cumpra o prazo, poderá ser aplicado um auto de infração. Se confirmada a notificação, a unidade poderá ser interditada, multada e processada.

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