Presidente do Sinsej, Jane Becker, consegue o comprometimento do Ministério da Saúde para liberação de verbas federais para combate à dengue Joinville

A epidemia da dengue em Joinville foi debatida no 2º Encontro de Lideranças Municipalistas Catarinenses, em Brasília (DF), na tarde da última segunda-feira (15) com a presença do assessor especial de orçamento do Ministério da Saúde, Leonardo Soares, e da secretária estadual da saúde, Carmem Zanotto.

Jane Becker, presidente do Sinsej, abordou informações que motivaram o caos e o colapso na saúde do município pelo descaso do governo Adriano Silva (NOVO). “Não contrataram Agentes de Combate a Endemia (ACE) necessários para garantir o trabalho de prevenção no enfrentamento contra o mosquito, as ações de combates são pífias. Não há concurso público decente há 10 anos. As 223 vagas do concurso lançado não completam nem o número faltante dos ACE’s. O prefeito aposta na precarização com o óbvio objetivo de terceirizar a saúde do município, porém, vidas estão sendo perdidas”, disparou.

Outra constatação do caos e o colapso que predomina na saúde do município, foi enfatizada por Jane Becker: “Os servidores estão sobrecarregados e esgotados. Os dados epidemiológicos têm gráficos assustadores e ainda não chegamos no ápice da dengue, se usarmos como base os dados de 2023. O governo federal precisa ajudar Joinville, seja com um hospital de campanha ou com verbas federais, seja para contratar profissionais da saúde em regime emergencial, seja para garantir estrutura adequada para o atendimento dos pacientes”.

Leonardo Soares, assessor do Ministério da Saúde, recebeu o protocolo do ofício com as informações sobre a situação caótica da saúde em Joinville e respondeu: “O governo federal está disposto a ajudar. Como a cidade já tem o decreto de situação de emergência, podemos alinhar verba federal para ajudar na estrutura, na contratação de leitos e de equipes técnicas para a saúde. O governo de Joinville pode contar com o apoio que precisar do governo federal”, destacou.

Portanto, cabe ao governo Adriano Silva (NOVO) deixar as ideologias de lado e requerer toda a ajuda possível do governo federal para diminuir a tragédia que seu desgoverno provocou.

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