Assine o abaixo-assinado contra a privatização dos serviços públicos.
Joinville vive um momento de caos por causa da política entreguista do governo municipal. Na área da saúde, a gestão do Partido Novo, em conjunto com o governador Jorginho Mello (PL), avança com a estadualização do Hospital Municipal São José para, em seguida, repassá-lo a uma Organização Social da Saúde (OSS).
O discurso oficial é de que essa privatização trará mais “eficiência” ao atendimento. Mas o histórico recente de Joinville mostra exatamente o contrário: privatizações e terceirizações já realizadas na cidade formam um ciclo de piora, encarecimento e precarização dos serviços públicos.
Privatização em Joinville: um histórico de fracassos
Hospital Infantojuvenil Dr. Jeser Amarante Faria
Entregue a uma Organização Social, o hospital infantil de Joinville hoje enfrenta filas de espera de até 12 horas no pronto-socorro. O setor de queimados foi desativado, obrigando pacientes a viajar até Florianópolis para receber atendimento especializado.
Companhia Águas de Joinville (CAJ)
O prefeito Adriano Silva (Novo) tentou vender metade das ações da CAJ, plano barrado graças à mobilização dos trabalhadores da cidade. Mesmo assim, segue avançando a PPP da Vertente Leste, que vai entregar a implantação e a operação do sistema de esgoto de uma região onde vive quase 20% da população joinvilense à iniciativa privada.
Terceirização no Hospital São José
A empresa Inova Alimentos, responsável pelas refeições do hospital, encerrou o contrato sem aviso após lucrar com o serviço, deixando pacientes e servidores sem alimentação e os próprios funcionários terceirizados sem salário — um exemplo direto dos riscos da terceirização na saúde pública.
CEIs e educação pública
A Prefeitura de Joinville avançou com uma PPP de R$ 4 bilhões para a construção de escolas e CEIs, terceirizando a infraestrutura da educação pública municipal e abrindo caminho para novas privatizações no setor.
Transporte público privatizado
Já privatizado, o transporte público de Joinville é outro exemplo clássico de como a entrega de serviços essenciais ao capital privado prejudica a população: tarifas caras somadas a um serviço de má qualidade.
SAMU sob ameaça de terceirização
O governo municipal abriu um pregão para terceirizar as ambulâncias e os motoristas-socorristas do SAMU, tirando do poder público o controle sobre um serviço essencial. Na prática, profissionais experientes e capacitados podem ser substituídos por contratos precarizados e alta rotatividade de pessoal.
Por que a estadualização do Hospital São José preocupa?
Entre todas essas frentes, a luta mais recente do Sinsej é contra a estadualização do Hospital Municipal São José, movimento que está diretamente ligado à entrega da unidade a uma OSS. Organizações Sociais da Saúde já foram apontadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal como terreno fértil para corrupção e desvio de dinheiro público.
Participe: diga não à privatização dos serviços públicos de Joinville
Convocamos toda a população joinvilense a se manifestar contra essa política de entrega do que é de todos para a iniciativa privada — cujo único compromisso é com o próprio lucro.
Assine o abaixo-assinado e diga NÃO à privatização do serviço público de Joinville: https://forms.gle/KERHXypkBHNAv7Vo6

Dizer não!
Dizer não significa dizer sim a vida!
Privatizações beneficiam grupos privados e prejudicam a maioria da população!
O discurso utilizado pela extrema direita que as privatizações vão melhorar o serviço público é um discurso demagógico carregado de fake news!
Infelizmente a maioria da sociedade civil não sabe discenir o que é fake,o que é realidade!
Sómente a consciência critica construtiva pode construir uma visão clara do cotidiano e defender os serviços públicos que atendem a maioria da população!