Atividade reuniu cerca de 70 cozinheiras


Principal reclamação é sobrecarga de trabalho. Foto: Francine Hellmann

Cerca de 70 cozinheiras do quadro funcional da Prefeitura de Joinville reuniram-se ontem (24/5) com a direção do Sinsej para discutir os principais problemas enfrentados neste setor. Em sua maioria, elas relatam que estão sobrecarregadas, pois há falta de funcionárias na cozinha de diversas escolas.

Algumas trabalhadoras também relataram que, mesmo remanejadas ou readaptadas, continuam exercendo sua antiga função, ou que, quando há falta de profissionais em unidades escolares próximas, elas são “emprestadas”. Para esses casos, as trabalhadoras foram orientadas a procurar o sindicato individualmente para que sejam tomadas medidas administrativas ou legais.

O presidente do Sinsej, Ulrich Beathalter, explicou às cozinheiras que o trabalho que elas desempenham é de difícil substituição e que por isso elas são mais pressionadas que outros servidores a cobrirem faltas de colegas ou a trabalharem doentes. Ele as orientou a desempenhar estritamente o que está na descrição do cargo: “Vocês tem que fazer o que conseguem e nenhum esforço além do comum”, falou. “Quem é responsável de manter o funcionamento da escola na ausência de algum servidor, é a direção e não outro servidor”.

Todas as reivindicações levantadas foram listadas e as cozinheiras foram convidadas a participar mais ativamente da construção da próxima pauta de reivindicações. A atividade dessas profissionais é de primeira necessidade principalmente nas escolas, por isso elas representam um setor com muita força na luta pelas reivindicações de toda a categoria.

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